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Unicamp pode implementar cotas étnico-raciais no Vestibular 2019



O Conselho Universitário (Consu) da Unicamp aprovou a criação de um grupo de trabalho responsável por desenvolver uma nova política de cotas no Vestibular 2019. A medida é o primeiro passo para que a instituição adote ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais e não apenas socioeconômicos.

O texto aprovado na reunião estabelece a meta de 37,5% de alunos autodeclarados negros, pardos ou indígenas, segundo parâmetro do IBGE para o Estado de São Paulo. A reserva de 50% das vagas (por curso e por turno) para alunos de escolas públicas será mantida, e o Programa de Ações Afirmativas (Paais), que concede bônus nas notas desses dois grupos nas duas fases do processo seletivo, será aprimorado.

O novo grupo de trabalho começa a elaborar os detalhes da proposta a partir de junho. Em novembro, após uma série de debates sobre o tema, o Consu deve votar a aprovação da nova política de cotas em caráter definitivo.

Sisu

O Conselho Universitário também anunciou que vai avaliar a possibilidade de oferecer parte das vagas da graduação na Unicamp pelo Sisu - atualmente a instituição utiliza apenas a nota do ENEM como critério de admissão.


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